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Entardeceres sensabores
Dias sem amores
Senhores, debulho pores do sol enquanto os
senhores perdem seus rituais...
No entanto
Em mim o pranto
O prato que sobra
A migalha
Dos sentimentos
A ave que não voa
A paixão que só escoa
E encontra o mar do esquecimento
Tenho tudo como ensinamento
Senhores
Senhores, o amor não compensa...
O amor é compasso que desanda
Passo que engessa a vida...
Ferida que se abre
Rosa que se sabe
Murcha...
Mancha na pele
Estigma de alma
Veneno, fel, fim...
Enfim...
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