
Era eu no trem
No vagão vazio
Era eu no vazio de mim
Acenando da janela
Era eu na janela
No clarão vazio
Era eu no vazio de mim
Acenando lá do trem
Era eu na fumaça
Na poluição que assolava
Era eu no vazio do riso
Da janela do trem fantasma.
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Radyr Gonçalves
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